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Sobre

Ensaísta incorrigível ao modo do ideal experimental com que se diferencia o homem de idéia J. Lumier é um autor com experiência internacional, mas sem parti pris, cuja satisfação é a descoberta dos conteúdos intelectuais pela leitura e na leitura. Há quem veja nisso uma atitude obsessiva em intenção de outro e dos pósteros. Melhor para seus leitores, que  sempre podem se reconhecer contemplados em seus textos.

Portanto, não terá sido à toa haver intitulado sua Web “Leituras do Século XX” ludibriando os que houveram imaginado nesta fórmula a coloração gris de um Outono nostálgico. Longe disso. Longe a cogitação de um eterno Século XX que se impostaria no título à pegada do termo “Leituras”. Pelo contrário. São as leituras literárias que imperam; é o trabalho da obra intelectual emergindo em atualizações recorrentes e sucessivas no ato de ler e escrever que prevalece. E ninguém pode negar o ápice literário e científico da produção intelectual do Século XX.

Os ensaios sociológicos e as publicações desenvolvidos a partir da Home Page PRODUÇÃO LEITURAS DO SÉCULO XX – PLSV, da qual é único titular o Prof. Homero Marques da Luz Júnior (UFF),  buscam contribuir e avançar na reflexão de uma situação de fatos com grande impacto, em que, sob a influência do impressionante desenvolvimento das técnicas de comunicação, passamos num abrir e fechar de olhos pelos diferentes tempos e escalas de tempos inerentes às civilizações, nações, tipos de sociedades e grupos variados.

No dizer de Georges Gurvitch, a unidade do tempo revelou-se ser uma miragem, como nos mostraram, simultaneamente, a filosofia (Bergson) e a ciência (Einstein). Tornou-se claro que a unificação dos tempos divergentes em conjuntos de tempos hierarquizados, sem o que é impossível nossa vida pessoal e a vida das sociedades, não é uma unidade que nos seja dada, mas uma “unificação a adquirir pelo esforço humano, onde entra a luta para dominar o tempo, dirigi-lo em certa forma”. Tal o problema da orientação no mundo, que penetra as expectativas e a sociologia do conhecimento investiga.

Em face dessa compreensão, se nos mantivermos em atenção, cultivando a mirada aberta à influência da expressão positiva e dos conteúdos intelectuais, iremos com certeza desfrutar da reflexão nas leituras de Jacob (J.) Lumier, e nelas reencontraremos a coerência dos problemas sociológicos e a visão em profundidade da realidade social.

Enfim, nos e-books monográficos e artigos sociológicos de Jacob (J.) Lumier são reafirmados e desenvolvidos os postulados realistas básicos de que: (a) nenhuma comunicação pode ter lugar sem o psiquismo coletivo; (b)  todo o conhecimento é comunicável mediante os mais diversos símbolos sociais; (c) a língua não é senão um meio para reforçar a interpenetração e a participação em um todo.

Se fosse perguntado, o leitor atento diria que juntamente com a noção de mediação dialética, a palavra chave dos ensaios de Jacob (J.) Lumier é “Gestalt”, uma das noções fundamentais em ciências humanas e sociais.

Neste sentido, os escritos sociológicos de Jacob (J.) Lumier são de interesse básico e prestantes à formação universitária.

Jacob (J.) Lumier valoriza a Carta de Princípios do Forum Social Mundial -WSF, atualmente está no OpenFSM.

É membro  de Sociologists without borders Think Tank.

Publicações On-line- Organización de Estados Iberoamericanos para la Educación, la Ciencia y la Cultura – O.E.I.; – Portal do Ministério de Educação MEC.br (Web domínio público).

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 Não pode haver ensaio como forma literária sem que a liberdade de pensamento introduzida com o Iluminismo seja recordada e exortada. (T.W. Adorno). 

Escribe ensayísticamente el que compone experimentando, el que vuelve y revuelve, interroga, palpa, examina, atraviesa su objeto con la reflexión, el que parte hacia él desde diversas vertientes y reúne en su mirada espiritual todo lo que ve y da palabra a todo lo que el objeto permite ver bajo las condiciones aceptadas y puestas al escribir.” (…) “El ensayo es la forma de la categoría crítica de nuestro espíritu. Pues el que critica tiene necesariamente que experimentar, tiene que establecer condiciones bajo las cuales se hace de nuevo visible un objeto en forma diversa que en un autor dado; y, ante todo, hay que poner a prueba, ensayar la ilusoriedad y caducidad del objeto; éste es precisamente el sentido de la ligera variación a que el critico somete el objeto criticado”.

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