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CRONOLOGIA DOS DIREITOS SOCIAIS NA MÍDIA

January 10, 2008

CRONOLOGIA DOS DIREITOS SOCIAIS NA MÍDIA
Em 29 de Fevereiro 2008, no Observatório da Imprensa.

Se a greve dos roteiristas já acabou antes do fim de Fevereiro o problema dos direitos sociais nas Mídias prossegue com as demissões havendo quem fale de “que esta é a quarta grande encruzilhada estratégica enfrentada pela imprensa norte-americana em 100 anos. A primeira foi durante a chamada Era Progressista (1890 a 1917) quando os Estados Unidos passaram por um período de reformas políticas; a segunda, por volta de 1930, quando o rádio mudou os hábitos dos americanos em matéria de informação; a terceira encruzilhada aconteceu no final da guerra do Vietnã; e a quarta, agora, quando a internet colocou a indústria dos jornais de pernas para o ar.”

23/01/2008

JB On-line 23/01/2008

EUA: roteiristas e produtores de cinema e TV se reúnem nesta quarta

Agência AFP

LOS ANGELES – Os roteiristas e produtores de cinema e TV americanos retomam nesta quarta-feira 23/01/2008 as negociações para buscar uma saída para a crise que paralisa Hollywood, informaram nesta terça os respectivos sindicatos, em nota conjunta.
O sindicato americano de roteiristas (WGA) e a Aliança de produtores de Cinema e Televisão (AMPTP) “iniciarão um diálogo informal para determinar se há uma plataforma para que ambas as partes retomem negociações formais”, destaca o texto.
– Tanto a AMPTP como o WGA concordaram em não realizar declarações públicas sobre as discussões informais, enquanto estas não estiverem concluídas – acrescentou.

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Warner Bros ameaça demitir pessoal devido à greve dos roteirist

JB Online 09/01/2008
WASHINGTON – O estúdio Warner Bros, que pertence ao grupo Time Warner, avisou nesta quarta-feira a cerca de mil trabalhadores que em breve haverá um número ainda indeterminado de demissões, devido à greve de roteiristas de cinema e televisão nos Estados Unidos.
Os avisos foram enviados porque, em determinadas circunstâncias, a lei pode exigir que o empregador notifique os trabalhadores sobre mudanças de elenco, explicou a Warner Bros em comunicado.
– Devido à greve do Sindicato de Roteiristas Americanos (WGA, sigla em inglês) algumas divisões dos estúdios terão que despedir empregados. Lamentamos o impacto na vida de nossos trabalhadores e esperamos que eles possam voltar a seus postos quando o WGA encerrar a greve – afirmou a companhia.
A greve dos roteiristas começou dia 5 de novembro e está causando grandes estragos à indústria de televisão e cinema nos EUA. As perdas são milionárias, com projetos inacabados, séries interrompidas durante semanas e quedas de audiência devastadoras.
Na entrega dos prêmios People Choice Awards, na terça-feira, a audiência caiu 5,3 milhões de telespectadores em comparação com a edição do ano anterior, ficou em 6 milhões.
A rede “NBC” cancelou há dois dias a cerimônia do prêmio Globo de Ouro, devido ao boicote de muitos atores e candidatos aos prêmios, em apoio à greve dos roteiristas.
Segundo a imprensa americana, a “NBC” já estaria oferecendo a alguns anunciantes a devolução de dinheiro por causa do cancelamento da cerimônia, que normalmente gera cerca de US$ 20 milhões em venda de anúncios.
A greve dos roteiristas também ameaça a festa do Oscar, dia 24 de fevereiro.
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Roteiristas de Hollywood ganham batalhas, mas guerra continua.

JB Online 08/01/2008
Sue Zeidler, REUTERS
LOS ANGELES – Os roteiristas de Hollywood em greve venceram duas batalhas na segunda-feira, quando fecharam um acordo com a produtora de Tom Cruise e cancelaram a festa de entrega do Globo de Ouro, mas sua guerra trabalhista contra os estúdios de cinema e TV está longe de ter acabado.
Alguns especialistas acreditam que a estratégia dos roteiristas de selar acordos com produtoras independentes (como é a United Artists, de Tom Cruise) poderá até alimentar a determinação dos grandes conglomerados de mídia.
De fato, logo depois de a United Artists – comandada por Tom Cruise e a presidente-executiva Paula Wagner – ter anunciado seu acordo para permitir que membros do Sindicato de Roteiristas dos EUA (WGA, na sigla em inglês) trabalhem em seus filmes durante a greve, a controladora da produtora, a Metro-Goldwyn-Mayer, divulgou comunicado afirmando que discordava da decisão da UA.
Outros membros da Aliança de Produtores de Cinema e Televisão (AMPTP), que representa os grandes estúdios que estão negociando com o WGA, também comentaram o acordo da UA.
Philip Dauman, presidente-executivo da Viacom Inc., disse que acordos isolados como o da United Artists terão impacto mínimo.
– O problema só será resolvido de fato com um acordo entre o sindicato de roteiristas e as produtoras maiores, coletivamente – declarou.
Os cerca de 10.500 filiados do WGA entraram em greve contra a AMPTP em novembro devido a questões que incluem a quantidade de dinheiro que os roteiristas recebem quando seus trabalhos são divulgados na Internet.
Desde o início da greve, a produção de alguns programas de TV foi suspensa, vários filmes foram adiados e várias cerimônias de premiação de Hollywood, como a do Globo de Ouro, enfrentam obstáculos.
Na noite de segunda-feira, a rede NBC pôs fim a semanas de especulações, anunciando que os premiados com o Globo de Ouro serão anunciados em coletiva de imprensa, em lugar da tradicional cerimônia de gala.
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HOLLYWOOD EM GREVE
Talk shows voltam ao ar sem roteiristas
Observatório da Imprensa
Por Leticia Nunes (edição), com Larriza Thurler em 8/1/2008
Após dois meses de reprises, alguns dos populares talk shows americanos voltaram ao ar na primeira semana do ano – porém, sem os roteiristas. O sindicato da categoria mantém a greve, iniciada em novembro; a única exceção é o programa do apresentador David Letterman, na rede CBS, que conseguiu fazer um acordo independente. A maior parte dos roteiristas, no entanto, ainda não chegou a um consenso com os empregadores sobre o valor que os profissionais devem receber pelo material distribuído na internet e em plataformas digitais. Mesmo de volta ao batente no que parece ser um “fura greve”, produtores e apresentadores não deixaram de expressar o apoio aos grevistas. “Estou do lado dos roteiristas”, afirmou Jay Leno, do Tonight Show, da NBC.
Os talk shows, como o de Leno e o de Letterman, foram um dos gêneros mais prejudicados com a greve dos roteiristas – justamente por dependerem de roteiro atualizado diariamente. Leno chegou a ajudar a pagar os salários de dezembro de parte da equipe de seu programa, e alega que só voltou ao ar para evitar que os funcionários sejam demitidos. “Tivemos que voltar, pois temos 19 pessoas prejudicando o trabalho de 160”, resume.
Com a falta de opções de convidados estrelados – grande parte dos atores de cinema e TV se recusa a furar a greve –, a volta dos programas de talk show está se provando, no mínimo, criativa. Esta semana, Jay Leno e o também apresentador Jimmy Kimmel, da ABC, combinaram de fazer uma troca de convidados: um irá aparecer no programa do outro, na quinta-feira (10/1).
O show tem que continuar
Desde o início da paralisação, as redes de TV vêm perdendo lucros publicitários. Como os programas estão sendo reprisados, a audiência vem caindo. O Tonight Show, por exemplo, que rende cerca de US$ 50 milhões por ano em lucros, registrou queda de 40% na audiência. Outros apresentadores de talk shows, entre eles Conan O’Brien, da NBC; Jon Stewart e Stephen Colbert, do Comedy Central; e Craig Ferguson, da CBS, também voltaram ao ar, mesmo sem os roteiristas.
Disputa
David Letterman – que deixou a barba crescer em solidariedade aos grevistas – foi o único a voltar ao ar com um acordo independente feito entre sua produtora, a Worldwide Pants, e o sindicato Writers Guild of America, e terá seus roteiros escritos por sua própria equipe. Com isso, ele ainda tem a vantagem de conseguir convencer convidados de peso a comparecer ao programa. Na semana passada, o ator Robin Williams foi um dos presentes em Letterman, enquanto Leno contou com o presidenciável republicano Mike Huckabee. A disputa entre Letterman e Leno é antiga e o primeiro costuma amargar o segundo lugar na audiência desde 1995. A greve e o acordo exclusivo para não furá-la, no entanto, parecem tê-lo beneficiado.
Muitos dos apresentadores fazem parte do Writers Guild of America e, segundo as regras do sindicato, não podem escrever seus próprios roteiros. Aqueles que o fizerem correm o risco de ser expulsos do sindicato. Leno começou seu programa da semana passada afirmando que fora ele que escrevera o texto, que havia sido, inclusive, aprovado por sua esposa.
Globo de Ouro pode sofrer boicote de atores
Se um acordo semelhante ao de Letterman não for feito com o sindicato, a premiação do Globo de Ouro, no dia 13/1, pode virar o mico do ano. O Screen Actors Guild, sindicato dos atores americanos, está pedindo aos indicados que não compareçam à cerimônia, a segunda mais importante de Hollywood depois do Oscar. “Após amplas discussões com atores indicados aos Globos de Ouro e seus agentes nas últimas semanas, parece haver um acordo unânime de que estes atores não irão furar a greve do sindicato dos roteiristas”, declarou o presidente do Screen Actors Guild, Alan Rosenberg.
Segundo o jornal Daily Mirror, a atriz britânica Keira Knightley – cuja mãe é roteirista – foi a primeira indicada a confirmar ausência na cerimônia. Mesmo com a ameaça de não contar com celebridades de peso como Julia Roberts e Johnny Depp, a NBC confirmou que irá transmitir a 65º edição do prêmio. Informações de Matea Gold e Richard Verrier [Los Angeles Times, 3/1/08], Bill Carter [The New York Times, 6/1/08] e Bob Tourtellotte [Reuters, 4/1/08].

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Tom Cruise assina acordo com sindicato dos roteiristas nos EUA
JB Online 07/01/2008
Agência JB
LOS ANGELES – Apesar da greve dos roteiristas de Hollywood, Tom Cruise conseguiu assinar um acordo com o sindicato para que voltem a trabalhar para o estúdio United Artists, co-dirigido pelo ator.
Os detalhes do acordo não foram revelados, mas acredita-se que devem ser semelhantes ao feito com a produtora de David Letterman, que voltou a ter seus programas exibidos ao vivo na última semana.
O apresentador concordou em pagar aos roteiristas um extra pela transmissão dos episódios na internet e por downloads pagos, algumas das principais reivindicações do sindicato dos roteiristas.
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HOLLYWOOD
Greve dos roteiristas ameaça cerimônia do Oscar
Observatório da Imprensa
em 19/12/2007

A briga entre roteiristas e estúdios de TV e cinema está prestes a prejudicar as duas maiores premiações da glamourosa indústria de Hollywood. O sindicato Writers Guild of America, que representa os roteiristas insatisfeitos, proibiu os profissionais de abrir uma brecha na greve para escrever para as cerimônias do Globo de Ouro e do Oscar.
Os dois eventos ocorrem em janeiro e fevereiro, respectivamente. A paralisação dos roteiristas teve início em novembro. Eles reivindicam participação nos lucros pelos programas exibidos em mídias digitais. A decisão do sindicato elevou ainda mais o tom da discussão – uma tentativa de diálogo no início de dezembro já havia esquentado o debate e piorado ainda mais a disputa.
Como o sindicato dos atores apóia a greve dos roteiristas, não se sabe quantas estrelas hollywoodianas aceitarão posar de apresentadores nas duas cerimônias. O comediante John Stewart – ele próprio membro do sindicato dos roteiristas – foi anunciado como o apresentador principal do Oscar de 2008. Até agora, Stewart, que protagoniza o programa The Daily Show no canal Comedy Central, não furou a paralisação. Nas últimas sete semanas, a emissora tem exibido reprises do programa.
Sem acordo
Diversos indicados ao Globo de Ouro – anunciados na semana passada – afirmaram que esperam participar da cerimônia, mas temem não poder fazê-lo se até lá o impasse continuar sem solução. Na segunda-feira (17/12), o sindicato dos roteiristas divulgou uma carta rejeitando o pedido da Associação de Imprensa Estrangeira, responsável pela premiação, para uma brecha na paralisação. Segundo o sindicato, abrir esta exceção não ajudaria na luta contra os estúdios pela negociação de um novo contrato.
Em carta separada à Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, responsável pelo Oscar, o sindicato não permitiu o uso de clipes de filmes e programas antigos que seriam mostrados durante a cerimônia. A Academia havia feito seu pedido anual, padrão, para o uso deste tipo de material.
A greve dos roteiristas levou à interrupção da produção de diversas séries de TV americanas e ao adiamento da produção de longas. Com as filmagens paradas, outros profissionais da indústria temem perder seus empregos. As emissoras têm exibido reprises dos seriados e programas de entrevistas, mas a audiência, como era de se esperar, vem caindo – o que põe em risco também a receita publicitária. Informações de Lynn Elber [AP, 18/12/07].

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EUA 2008
Cobertura política cresce com greve dos roteiristas
Observatório da Imprensa
em 18/12/2007

Se a greve dos roteiristas de Hollywood se estender até 2008, limitando a programação de seriados e talk shows, as emissoras de televisão dos EUA podem ter na cobertura política um trunfo para o horário nobre. A paralisação pode trazer de volta às redes de TV abertas o tipo de cobertura de campanha há muito restrita à TV a cabo americana. Entre as grandes emissoras, a NBC já anunciou que irá dedicar pelo menos uma hora no horário nobre para a cobertura da chamada “Super Tuesday” em 5/12, dia em que ocorrem 20 eleições primárias no país – para determinar os candidatos democrata e republicano à disputa pela Casa Branca.
Ainda que a programação – cobertura política incluída – já tivesse sido estipulada antes do início da greve dos roteiristas, em 5/11, as redes não descartam a possibilidade de aumentar o tempo de transmissão de notícias na “Super Tuesday” e nas primárias de Iowa e New Hampshire, em janeiro.
A NBC tem como vantagem na cobertura o MSNBC, canal de notícias a cabo que compete com os grandes CNN e Fox News Channel. Portanto, a área responsável pela cobertura política da emissora estará a mil por hora. Enquanto MSNBC, Fox News e CNN planejam uma cobertura especial – e constante – para as primárias, NBC, ABC e CBS terão entradas com informações sobre Iowa e New Hampshire. “Se acharmos que é uma notícia importante, colocaremos entradas ao vivo”, diz Steve Capus, presidente da NBC News. “Mas ainda é cedo para dizer se isto será necessário”, ressalta. Informações do Hollywood Reporter [11/12/07].
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TV NOS EUA
Debate democrata cancelado por causa de greve
Observatório da Imprensa
em 4/12/2007
O Comitê Nacional Democrata dos EUA anunciou, na semana passada, o cancelamento do debate entre os candidatos do partido à presidência, que seria exibido em 10/12 por estações afiliadas à rede de televisão CBS. O motivo alegado foi a greve dos roteiristas e de outros funcionários da emissora ligados ao sindicato Writers Guild of America. Desde o início de novembro, são realizados protestos em frente aos estúdios da CBS. Como nem os funcionários queriam furar a greve, nem os candidatos estavam dispostos a cruzar a linha dos protestos, o partido achou prudente cancelar o debate.
Karen Finney, diretora de comunicações do Comitê Democrata, declarou que não há planos para reagendar o debate, que seria realizado em Los Angeles. Em nota, a CBS lamentou o cancelamento. Os roteiristas da emissora trabalhavam há mais de dois anos com o contrato expirado e, na semana passada, votaram pela greve.
Acordo
Já a rival ABC conseguiu entrar em acordo com seus funcionários. Sob os termos da negociação, 250 empregados da rede em Nova York e Washington – incluindo roteiristas, editores, assistentes de produção e outros – terão aumento anual de 3,5% . Os funcionários trabalhavam com o contrato expirado desde janeiro de 2005. O novo contrato vale até 2010.
Paralisação dos roteiristas completa um mês
A paralisação dos roteiristas de Hollywood, também representados pelo Writers Guild of America, completa seu primeiro mês. Roteiristas de programas de TV e filmes deram início à greve no dia 5/11. Eles cobram uma maior participação nos lucros com programas e filmes baixados na internet.
Programas noturnos de entrevistas e seriados de TV foram os primeiros prejudicados com a medida. As produções foram interrompidas e as emissoras passaram a exibir reprises. A indústria cinematográfica também começou a sentir as conseqüências da greve. O primeiro longa a anunciar que adiaria a filmagem foi a adaptação do best seller Anjos e Demônios, de Dan Brown. Informações de Bill Carter [New York Times, 29/11/07] e Reuters [29/11/07].

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EUA
Greve de roteiristas ganha força na internet

Observatório da Imprensa
em 28/11/2007

A paralisação dos roteiristas de Hollywood por participação nos lucros dos programas exibidos na internet ganhou força, ironicamente, na própria rede. O sindicato Writers Guild of America entrou em greve no dia 5/11, pela primeira vez em 20 anos. Os estúdios de cinema, produtoras e redes de TV, representados pela Alliance of Motion Picture e Television Producers, alegam que ainda é muito cedo para determinar qual modelo de negócios terá sucesso na rede. Eles querem flexibilidade para experimentar, sem ter de estar presos a fórmulas estabelecidas de pagamento.

Piquete virtual

Na quarta semana de greve, os roteiristas decidiram usar ferramentas como blogs, vídeos e outros métodos de divulgação na internet para chamar mais atenção à causa. Unidades do sindicato de roteiristas de diversas regiões dos EUA passaram a divulgar releases e informações adicionais em seus sítios. Alguns grevistas começaram a usar como canal de comunicação o sítio de relacionamento MySpace, que ironicamente pertence ao conglomerado de mídia News Corporation, afetado pela greve. “Não deve ser nada divertido para Rupert Murdoch [dono da News Corp] me ver fazendo isto em seu ‘quintal’”, escreveu Kristen Stavola, criadora do sítio Hollywood Interrupted, em uma paródia com o filme Garota Interrompida.

Um dos vídeos mais populares – que já foi visto mais de 550 mil vezes no YouTube – é o The Office is Closed (“O Escritório está Fechado”, tradução livre), gravado durante os protestos pelo roteirista Peter Rader, da série The Office. O vídeo mostra o produtor e roteirista Greg Daniels criticando redes de TV que alegam estar usando reprises do seriado apenas por motivos “promocionais”. “Chegamos à conclusão que tínhamos a oportunidade de usar a internet contra as empresas que estão tentando dominar a rede”, diz Rader.

Sem roteiro, sem fala

Outro exemplo de mobilização é a campanha Speechless, que apresenta vídeos, com a participação de atores famosos, para ilustrar a falta que os roteiristas fazem. “A idéia é atrair a atenção de todos para a greve”, afirma George Hickenlooper, um dos criadores da campanha.

Nikki Finke, colunista do LA Weekly, foi a primeira a exibir tais vídeos em seu sítio, Deadline Hollywood Daily. De certo modo, a greve foi benéfica para Nikki, que viu o tráfego aumentar após os clipes. Antes da paralisação, ela acumulava 350 mil page views por dia. Desde o começo dos protestos, sua audiência subiu para quase um milhão diariamente. A colunista já publicou mais de 100 posts sobre o tema. Nikki estima receber dois mil e-mails por dia. “Está sendo difícil, mas satisfatório, pois eu amo notícias. Para mim, um furo é melhor que sexo”, compara. Informações de Gary Gentile [AP, 26/11/07] e de Brian Stelter [New York Times, 26/11/07].

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