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Obras e Projeto de Jacob (J.) Lumier: Utilizando as Listas de Difusão por e-mail na Produção Intelectual.

September 5, 2006
 

DESCRIÇÃO DA PRIMEIRA POSTAGEM

 

Sobre a Produção Leituras do Século XX.

http://www.leiturasjlumierautor.pro.br

 

 

PRIMEIRA PARTE

 

 

 Categorias: produção cultural, ensino a distância.

 

Palavras-chave: experimentação, comunicação social.

 

OBRAS E PROJETO DE JACOB (J.) LUMIER…

PRIMEIRA POSTAGEM:

Utilizando as Listas de Distribuição por e-mail

 na produção intelectual.

 

 

 

VER NESTA PRIMEIRA POSTAGEM:

TEXTO DE FUNDAMENTAÇÃO DO GRUPO OFICINA DA MONOGRAFIA

 

 

 

 

 

T E X T O

"A MONOGRAFIA

 COMO FORMA DE COMUNICAÇÃO

 E

 TRABALHO CIENTÍFICO":

Comentário

 Sobre a especificidade da arte de compor uma monografia, como forma racional de comunicação da pesquisa em disciplina científica, utilizada nas instituições do ensino superior.

***

Pontos de embasamento para o Grupo Oficina da Monografia

 como grupo tipo fórum na Internet (lista de distribuição por e-mail) atualmente promovido pelo autor no site da Google-groups seguinte:

http://groups.google.com/group/Oficina-da-Monografia

 

por

Jacob (J.) Lumier

sociólogo

Membro da ISOC

Rio de Janeiro 2006

 

ABSTRACT:

A monografia é trabalho científico na medida em que compreende descoberta e verificação/justificação, mas é igualmente forma racional de comunicação comportando, por isso, por esse enlace de experimentação e comunicação, uma diferença específica apreendida como arte de compor a que se ligam profundas implicações decorrentes da condição de publicidade do trabalho científico que devem ser levadas em conta sempre que se trata da difusão do conhecimento.

 

***
Primeiro Ponto

                       O estudioso que tenha lido os ensaios de Ralf Dahrendorf nos anos 70/80 (“Ensaios de Teoria da Sociedade”, Zahar, Rio) terá com certeza, notado as profundas implicações da condição de publicidade do trabalho científico  sobre o conhecimento.  Terá visto que grande parte dos mal-entendidos a respeito de certas obras ou teorias científicas tem muito a ver com o fato de sua exposição a todos os tipos de públicos, muitas vezes composto não só de leigos, mas de gente alheia à formação nas ciências humanas.

Se a condição de publicidade é inerente ou não ao modo de produção científico ou se esta questão deve ou não ser restringida aos estudiosos é um tema que extrapola o domínio do pensamento científico para lançar-se no âmbito da comunicação social, já que a obra impressa e, depois do advento da Internet, o livro eletrônico (“e-book”) é um produto cultural do qual

a atividade científica não saberia distanciar-se.

Segundo Ponto

O trabalho científico se realiza como documento escrito e comunicado: tal é a verdade que não pode ser disfarçada. Ao ser comunicado, toma impreterivelmente na Monografia uma forma racional de composição que lhe é própria, enlaçando experimentação e comunicação, sobre a qual se confeccionaram historicamente as Revistas de Artigos e os Livros por esse enlace reconhecidos como publicações científicas. Há, portanto, dois momentos no desempenho da prática científica: o trabalho científico propriamente dito, de que se ocupa a Epistemologia; e a comunicação da pesquisa, que a Metodologia, como disciplina filosófica geral, busca incorporar de modo aplicado como Metodologia da Pesquisa ou Metodologia Científica. Cultiva-se em modo recorrente a expectativa de que é pelo estudo dessa metodologia aplicada que a formação do pesquisador-autor-iniciante pode chegar a bom termo e efetuar a passagem do nível epistemológico para o nível da

comunicação. 

Terceiro Ponto

                                               Todavia, com a honrosa exceção de Ralf Dahrendorf, como mencionado, é raro encontrar quem atribua relevância específica ao nível da comunicação no desempenho da prática científica, sendo admitido que a composição da Monografia resultará quase de modo automático  mediante a observância de certas técnicas de preparação do relato da pesquisa, cujo material produzido com o auxílio dessas técnicas deverá ser processado na elaboração do pesquisador, como autor de tal composição, largado este, porém, ao seu suposto desejado talento individual para fazê-lo, haja vista o branco a respeito de elaboração e composição que predomina na disciplina de Metodologia da Pesquisa.

Quarto Ponto

            Ora, como é sabido, nos países de não muita tradição literária é grande o número de candidatos na pós-graduação que não apresentam a Monografia, já bastante reduzida quanto à sua extensão exigida, tendo eles cursado não só as disciplinas conexas à sua disciplina principal, mas a Metodologia da Pesquisa ou Metodologia Científica. Não que seja equivocada aquela percepção de que o nível da comunicação é desprovido de especificidade do ponto de vista da realização do trabalho científico, mas, sim, que o nível da comunicação escapa aos critérios estritamente circunscritos a esse ponto de vista. Aliás, a Metodologia da Pesquisa por si só, como disciplina científica orientada para o problema da preparação da monografia, não tem a "obrigação" de ensinar sobre o nível da comunicação social, nem porque compreender a pessoa encarregada de preparar a monografia como um autor, como um pesquisador-autor iniciante neste ofício.

Quinto Ponto

                                   Há, pois uma lacuna na oferta dos subsídios e das ferramentas necessárias ao bom desempenho do pesquisador ao ser colocado na contingência de elaborar como autor a sua monografia. E não se trata só de subsídios a serem ofertados por uma disciplina científica num ambiente de sala de aula, mas, sobretudo trata-se de procedimentos composicionais a serem ofertados ou exercidos no ambiente aplicado de uma oficina, como instância de praticidade da produção cultural, haja vista que o nível da comunicação é conexo à atividade artística, sendo este o caso da composição literária da Monografia como forma racional enlaçando experimentação e comunicação. 

***

COORDENADAS DO GRUPO OFICINA DA MONOGRAFIA-G.O.M.

 

1.      O GRUPO OFICINA DA MONOGRAFIA põe em prática atividades concebidas em complementação à disciplina de

 Metodologia da Pesquisa ou Metodologia Científica;

                                               É um espaço aberto de reflexão e aplicação dos conhecimentos metodológicos onde cada um, como pesquisador e sobretudo autor de sua própria comunicação acadêmica, pode apreciar e comentar  livremente as experiências mútuas de composição e solucionar as suas dificuldades  na preparação,  elaboração e composição da sua monografia, sob orientação;

                                               Tendo em vista o imperativo de estabelecer e cumprir um roteiro de anotações “protocolares” capaz de atender e adaptar o plano de preparação da monografia (supostamente) proposto na disciplina de Metodologia da Pesquisa, o OFICINA DA MONOGRAFIA é concebido para atender à demanda em assistir a cada pesquisador-autor-iniciante nos

 seguintes aspectos:

§         – no seu esforço individual de aproveitar, nos quadros conceituais de sua disciplina principal, os seus levantamentos de dados;

§         – bem como assistí-lo no seu esforço de apreciar, comparar e comentar, em modo compreensivo, suas leituras dos textos da sua bibliografia específica,

 já selecionada ou em vias de  seleção.

***

 

2.      O GRUPO OFICINA DA MONOGRAFIA favorece

 as seguintes demandas:

§         Permite ao pesquisador-autor-iniciante aplicar-se nos procedimentos de observação e registro, diferenciá-los em níveis ou em etapas no curso da elaboração do texto e composição da sua monografia, como forma de comunicação da pesquisa;

§         Permite ao autor-orientador Jacob (J.) Lumier, mediante entrevistas de orientação assistir a cada pesquisador-autor-iniciante em suas ponderações e demandas metodológicas individuais, sem esquecer que a monografia se faz por auto-aprendizagem;

§         Especialmente ao pesquisador-autor-iniciante que já reconhece operativamente a mirada da sua disciplina e, desse modo, dispensa a necessidade de ser assistido individualmente, o OFICINA DA MONOGRAFIA lhe faculta o ambiente propício à troca de experiências e, com isso, lhe dá maior oportunidade de prosperar em sua capacidade de propor correlações pertinentes e tirar inferências das leituras da bibliografia e das suas próprias anotações dessas leituras.

                                                           O pesquisador-autor-iniciante que quiser uma orientação mais individual, tipo “aula particular”, junto ao nosso GRUPO OFICINA DA MONOGRAFIA – G.O.M., além de seu endereço de correio eletrônico (e-mail), deverá dispor de seu próprio contato de Messenger e utilizar um Blog com endereço restrito, não público, exclusivo seu, para registrar suas anotações e as entrevistas de orientação e estudo com o autor-orientador Jacob (J.) Lumier, – sem prejuízo das mensagens e trocas de experiência utilizando a página google do grupo, onde cada um deixará registrado e atualizará o assunto e a disciplina de sua pesquisa, para favorecer os interesses comuns.

OBS.  

Note-se que a fórmula da minha orientação é uma aplicação do meu método como autor de ensaios, seguinte:

·         Escrevo minhas obras orientado pela compreensão de que um ensaio se diferencia de um tratado nos seguintes termos:

            "Escribe ensaysticamente el que compone experimentando, el que vuelve y revuelve, interroga, palpa, examina, atraviesa su objeto con la reflexión, el que parte hacia él desde diversas vertientes y reúne en su mirada espiritual todo lo que ve y da palabra todo lo que el objeto permite ver bajo las condiciones aceptadas y puestas al escribir." (…) "El ensayo es la forma de la categoría crítica de nuestro espíritu. Pues el que critica tiene necesariamente que experimentar, tiene que establecer condiciones bajo las cuales se hace de nuevo visible un objeto en forma diversa que en un autor dado; y, ante todo, hay que poner a prueba, ensayar la ilusoriedad y caducidad del objeto; éste es precisamente el sentido de la ligera variación a que el critico somete el objeto criticado". (Cf. Max BENSE: "Ubre den Essay und seine Prosa", apud Theodor W. ADORNO: "Notas de Literatura", trad. Manuel Sacristán, Barcelona, Ed. Ariel, 1962, pp. 28 e 30).

          Em duas palavras, o autor de ensaios dedica-se a cultivar sobretudo uma atitude experimental, sendo esta atitude que o torna privilegiado para atuar como orientador em uma OFICINA DA MONOGRAFIA.

          As adesões ao OFICINA DA MONOGRAFIA estão sendo feitas diretamente ao site do grupo no endereço (url) já mencionado,

 seguinte:

http://groups.google.com/group/Oficina-da-Monografia?lnk=gschg&hl=en

***

 Sobre o         GRUPO OFICINA DA MONOGRAFIA- G.O.M.

A pauta básica da troca de informações e debates em nossa Oficina intitula-se "DICAS SOBRE A ELABORAÇÃO DE MONAGRAFIA E OS ARTIGOS ACADÊMICOS”. Esta Pauta produz um “DOC. CIRCULAR da OFICINA DA MONOGRAFIA”, que será enviado a todos os participantes -associados e convidados- uma vez a cada quatro meses,sendo atualmente mais de cinqüenta e-mails (vinte e um membros inscritos e os demais convidados, sendo nosso G.O.M. restrito ou "não-público, acesso somente mediante e-mail".).

1.      O material desse DOC CIRCULAR está classificado em

duas pastas, seguintes:

§         Na pasta DICAS, são agrupados as indicações de endereços para pesquisa na Internet, as respostas às mensagens postadas selecionadas e outras informações de interesse;

§         Na pasta ARTIGOS ACADÊMICOS, são agrupados os diversos textos referidos nas mensagens postadas, sejam textos de autoria dos membros do grupo ou para nossa pesquisa, tais como resumos, informes, comentários, notas de leitura, planos de elaboração, estudos, ensaios, artigos, monografias.

2.      No futuro, poderemos montar um outro website com aproveitamento do material reunido nesse “DOC. CIRCULAR”; tirar um número de ISBN * produzir um e – book coletivo ou até editá-lo junto a uma biblioteca virtual ou a uma distribuidora, para servir aos universitários e autores interessados em Metodologia da Pesquisa (ou Metodologia Científica, ou Metodologia do Trabalho Científico).

 OBS – Final:

Dizemos no Convite inicial que o assunto das mensagens do nosso grupo é restrito e limitado à disciplina da Metodologia Científica, sobretudo à nossa experiência na arte de compor a monografia como forma de expressão e trabalho científico enlaçando experimentação e comunicação social. Portanto, não só os pesquisadores-autores-iniciantes estão contemplados em nossa OFICINA DA MONOGRAFIA, mas as pessoas que já fizeram a pós-graduação ou já apresentaram a monografia estão igualmente suscitadas para se inscreverem em nosso grupo e aportar seus textos e suas experiências para o debate e para enriquecer o nosso “DOC.CIRCULAR”.

Da mesma maneira, poderão se inscrever para enriquecer o nosso “DOC.CIRCULAR” com as suas observações, as pessoas que não fizeram uma monografia, mas que lêem e se interessam pelo assunto e gostariam de participar na produção de um e-book coletivo.

 

Categorias google do nosso G.O.M.:

Ciência e tecnologia > Filosofia

Sociedade > Cultura

Escolas e universidades > Faculdades e universidades

 

  RESPONDER ao seguinte e-mail:

<leiturasjlumierautor@leiturasjlumierautor.pro.br>

 

***


* O ISBN – International Standard Book Number – é um sistema internacional padronizado que identifica numericamente os livros segundo o título, autor, país, editora, individualizando-os inclusive por edição A Agência Brasileira , com a função de atribuir o número de identificação aos livros editados no país, é, desde 1978, a Fundação Biblioteca Nacional. O fundamento do sistema é identificar um livro e sua edicão. Uma vez fixada a identificação, ela só se aplica àquelas obra e edição, não se repetindo jamais em outra. A versatilidade deste sistema de registro facilita a sua circulação e comercialização; facilita a interconexão de arquivos e a recuperação e transmissão de dados em sistemas automatizados, razão pela qual é adotado internacionalmente. O ISBN simplifica a busca e a atualização bibliográfica, concorrendo para a integração cultural entre os povos.

 

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